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As histórias de Franklin Cascaes são resgatadas pelo boneco Francolino, que circula pela Mostra nesse sábado, 12 de junho. O personagem é manipulado pela atriz Andréa Rihl, idealizadora do projeto Causos de Francolino. Andréa se baseou em escritos e desenhos de Franklin Cascaes sobre a Ilha de Santa Catarina para criar um espetáculo lúdico. O projeto faz parte das comemorações promovidas pela Fundação Cultural Franklin Cascaes para o centenário do antropólogo e artista ilhéu.
Produtores, diretores e distribuidores de audiovisual reivindicam que o governo repasse ao cinema infantil 20% dos investimentos públicos destinados à produção audiovisual. Um documento assinado por 50 profissionais de todo o país durante a 7ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis será encaminhado à ministra chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, também presidente do Conselho Superior de Cinema (CSC). O CSC é um órgão da Casa Civil da Presidência da República que formula a política nacional do cinema.
A diretora do filme Maré, nossa história de amor, Lúcia Murat, estará em Florianópolis sexta-feira, 11, e sábado, 12 de julho, na 7ª Mostra de Cinema Infantil. Na sexta, às 15 horas, ela participa de sessão do filme e debate com adolescentes dos projetos sociais encabeçados pelo Padre Vilson Groh, na capital catarinense. Sessão e debate acontecem no cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC). No sábado, às 18 horas, ela também acompanha exibição do filme e conversa com o público da Sessão Jovem.
Ambar de BarrosA democratização do acesso das crianças ao cinema infantil é um dos temas centrais do 2º Fórum de Políticas Culturais voltadas para a Infância, que se realiza nesta sexta, 11 de julho, no Centro Integrado de Cultura (CIC). O Fórum faz parte da programação da 7ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. Uma das debatedoras é a jornalista Âmbar de Barros, diretora do Núcleo de Conteúdo Infanto-Juvenil da TV Cultura de São Paulo. Ela pretende viabilizar uma parceria com a Mostra para a difusão de filmes nacionais na grade da emissora.
Quando crianças têm a oportunidade de se apropriar da mídia para gerir e criar seus próprios produtos de comunicação, os resultados são surpreendentes. A Fundação Casa Grande, organização não-governamental localizada no município de Nova Olinda (CE), abraçou a idéia e está provocando uma revolução cultural na sertão do Cariri. Nessa escola de currículo inusitado, meninos e meninas são protagonistas na produção de programas de tevê e rádio, peças teatrais, edição de livros e em projetos vinculados à museologia, entre outras iniciativas.
Solange Lima, do CNPC: pela democratização do acessoNesta sexta, 11 de julho, das 9 às 18 horas, a 7ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis promove o 2º Fórum de Políticas Culturais voltadas para a Infância, no Centro Integrado de Cultura (CIC). Em debate, a democratização do acesso ao cinema, o uso do audiovisual nas escolas e a apropriação das mídias pelas crianças, entre outros assuntos.
A 7ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis promove nesta sexta, 11 de julho, o 2º Fórum de Políticas Culturais voltadas para a Infância. Especialistas em várias áreas de atuação vão debater a apropriação das mídias pelas crianças, a democratização e o uso do audiovisual nas escolas, proposto em projeto de lei pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF). Há pouco mais de um mês o senador apresentou um PL que obriga escolas da rede pública a utilizar produções brasileiras em sala de aula.
Nesta terça-feira, 8 de julho, das 9 às 18 horas, 15 professores de escolas públicas e particulares participam de uma oficina sobre realização audiovisual, no Centro Integrado de Cultura (CIC), dentro da programação da 7ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. A ministrante, Melina Curi, formada em cinema pela Unisul, conta que a proposta é transmitir informações sobre teoria e prática da realização de vídeos e a importância da utilização do audiovisual na sala de aula.
Neste sábado, 5 de julho, a 7ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis fez uma homenagem especial ao centenário da imigração japonesa no Brasil. A organizadora dessas atividades foi Hisae Kaneyoa, com o apoio da Associação Nipo-Catarinense. Bambus, quimonos e até os tradicionais tamancos de madeira deram um ar diferente para o Centro Integrado de Cultura.
A 7ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis preparou uma programação especial para o público jovem, a partir de 12 anos, dentro da proposta de uma formação continuada para a sétima arte. "Percebemos que nosso público, que acompanha a Mostra deste o começo, já está crescidinho. Por isso organizamos uma programação bem interessante para eles também", conta Luiza Lins, diretora do evento.
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Peça gráfica institucional, em fundo branco, reúne logotipos de apoiadores da Mostra. Em “Apoio cultural”: Lei Rouanet, ABRA — Associação Brasileira de Autores Roteiristas, Cinesolar, NICA e Prefeitura de Florianópolis — Educação. Em “Incentivadoras”: Urbano Alimentos, Celesc, Condor e ICBH — “Construindo para o futuro”. Em “Patrocínio”: ENGIE e Itaú. Em “Realização”: LUME Produções Culturais, Núcleo de Ação Integrada e Ministério da Cultura, acompanhado da bandeira do Brasil. Na base, lê-se: “Este projeto foi viabilizado por meio das Leis número dezessete mil novecentos e quarenta e dois, de doze de maio de dois mil e vinte, e número quinze mil setecentos e quarenta e seis, de onze de janeiro de dois mil e doze.”


Mostra de Cinema Infantil
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