Público é impactado pelo documentário “Jonas e o circo sem lona”

“Achei muito bom. A cineasta lidou com o tema de uma forma muito sensível. O filme mostrou que na vida nem tudo são flores”, disse José Luiz Rocha Oliveira, engenheiro, que, junto com o filho Lucas, de 10 anos, assistiu “Jonas e o circo sem lona”, exibido neste sábado (1), na Sessão Jovem Longa Nacional.

O primeiro longa de Paula Gomes é um documentário, que conta a história do garoto de 13 anos que monta seu próprio circo no quintal de casa. Contrariando a mãe que abandonou o circo, justamente para que o filho estudasse, Jonas deseja um mundo que não cabe nas paredes da escola formal. É um filme que aborda não somente o fim da infância, mas também provoca reflexões sobre a capacidade de sonhar depois dela.

“O filme também me fez pensar em como, quando somos mais novos, não escolhemos o que queremos fazer. São os pais que fazem isso”, complementou José Luiz.

Ouvindo o depoimento do pai atentamente, estava Lucas, que assistiu pela primeira vez um documentário longa-metragem. “Foi legal. Gostei que o filme contou a vida do Jonas, mostrou o dia dia dele”, relatou.

Veja reportagem com a diretora “Jonas e o circo sem lona”. CLIQUE AQUI!



Publicado em 01 julho 2017


Peça gráfica institucional, em fundo branco, reúne logotipos de apoiadores da Mostra. Em “Apoio cultural”: Lei Rouanet, ABRA — Associação Brasileira de Autores Roteiristas, Cinesolar, NICA e Prefeitura de Florianópolis — Educação. Em “Incentivadoras”: Urbano Alimentos, Celesc, Condor e ICBH — “Construindo para o futuro”. Em “Patrocínio”: ENGIE e Itaú. Em “Realização”: LUME Produções Culturais, Núcleo de Ação Integrada e Ministério da Cultura, acompanhado da bandeira do Brasil. Na base, lê-se: “Este projeto foi viabilizado por meio das Leis número dezessete mil novecentos e quarenta e dois, de doze de maio de dois mil e vinte, e número quinze mil setecentos e quarenta e seis, de onze de janeiro de dois mil e doze.”


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