Realizadores de Tainá 3 comemoram a reação do público na exibição teste do filme

Debate após o filme Tainá 3Formado em sua maioria por crianças, o público que lotou a sessão de Tainá 3, a origem na tarde de sexta-feira no Teatro Pedro Ivo, assistiu ao filme em silêncio a maior parte do tempo.

Para a diretora Rosane Svartman e o produtor Pedro Rovai, realizadores do longa, este é um bom sinal. “O filme tem que ‘pegar’ o público. Assistir em silêncio é um sinal de que a narrativa está funcionando, está estabelecendo um vínculo com os espectadores. O problema é quando as crianças começam a se mexer na cadeira e a ficar inquietas. Isso é sinal de que imagens não estão agradando”, avalia.

Rosane chamou a atenção do público sobre o fato de que a cópia ainda não está finalizada. Falta ainda incluir efeitos especiais e fazer alguns acabamentos finais.

As sugestões do público foram bem vindas no bate-papo após a sessão, que teve também a presença da atriz mirim Beatriz Noskoski, atriz do filme, e Luiza Lins, diretora da Mostra. A exibição atraiu 650 pessoas.

Rosane, que já experimentou outros testes de exibição, antes de fazer a cópia final, disse que foi emocionante sentir o filme vivo com a reação das crianças, em situações de tensão, medo, alegria.

Rovai e Rosane anotaram tudo e acharam o resultado muito produtivo. Uma das sugestões que veio do público e já está confirmada na alteração da cópia final é a legenda na música “Toque Patoque”, do folclore da região



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