Produção audiovisual em oficina

Considerado um verdadeiro vilão nas salas de aula, o celular chegou a ser proibido em muitas escolas. As crianças ficam dispersas com as múltiplas tarefas oferecidas pelos aparelhos mais modernos. Muito além do “alô”, o celular é utilizado para o envio de mensagens, fotos e mesmo vídeos. Para otimizar a utilização do aparelho móvel entre as crianças é que nasceu a oficina de Vídeo com Celular, onde eles aprendem a utilizar o aparelho para transmitir uma mensagem. A oficina de Vídeo com Celular foi oferecida durante todo o dia de domingo, 27 de junho, e reuniu dezenas de crianças durante a 9ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis.

A oficina faz parte do projeto Minha Vida Mobile – MVMob, que capacita estudantes e educadores para produzir conteúdo audiovisual com os recursos multimídia dos aparelhos celulares. “Através das oficinas, buscamos alternativas para o uso desses aparelhos, mostrando que podem também ser instrumentos pedagógicos”, ressaltam Wagner Rodrigues Araújo e Gustavo Pains, que ministram a oficina. “Questionamos os alunos sobre o intuito dos vídeos, orientando que o mais importante é saber a finalidade do que se vai criar, ou seja, qual a mensagem que você quer passar com seu vídeo?”, destacam.

Artur, de 11 anos, e Joaquim, de 10, fizeram o vídeo intitulado “A jornada da pipoca”. “É sobre a história de um saco de pipoca que vai acabando e depois vai sozinha para o lixo”, contam os realizadores. Já Olavo, de 10 anos, dirigiu Ana Paula, de 8, no vídeo “Dia de Dança”, onde uma menina deixa a tristeza de lado quando ganha de presente uma flor, roupas e um chapéu e começa a dançar.

Alguns dos projetos realizados durante a oficina ministrada na Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis podem ser vistos acessando os links abaixo:

“Em busca da criatividade”
“Jornal do Sarapiquá”
“Reportagem Mostra de Cinema Infantil”
“A jornada da pipoca”
“Dia de dança”
“A última sensação“


Publicado em 27 junho 2010


Peça gráfica institucional, em fundo branco, reúne logotipos de apoiadores da Mostra. Em “Apoio cultural”: Lei Rouanet, ABRA — Associação Brasileira de Autores Roteiristas, Cinesolar, NICA e Prefeitura de Florianópolis — Educação. Em “Incentivadoras”: Urbano Alimentos, Celesc, Condor e ICBH — “Construindo para o futuro”. Em “Patrocínio”: ENGIE e Itaú. Em “Realização”: LUME Produções Culturais, Núcleo de Ação Integrada e Ministério da Cultura, acompanhado da bandeira do Brasil. Na base, lê-se: “Este projeto foi viabilizado por meio das Leis número dezessete mil novecentos e quarenta e dois, de doze de maio de dois mil e vinte, e número quinze mil setecentos e quarenta e seis, de onze de janeiro de dois mil e doze.”


Mostra de Cinema Infantil
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