Oficinas

As oficinas de audiovisual para crianças e professores foram lançadas na abertura da Mostra 2020, pelo canal do YouTube e pela página no Facebook da Mostra de Cinema Infantil e os vídeos continuam disponíveis nesta página. Assista!

Oficina Animação de recorte em casa

WaleskaA oficina com a professora Waleska Ruschel ensinou como criar uma animação de recorte de papel, passo a passo, em casa. Ela falou sobre materiais, criação de personagem, planejamento de filme, técnica e edição final para iniciantes. A oficina foi aberta para todas as idades, com foco nas crianças.

Sobre Waleska Ruschel: é professora de animação e coordenadora pedagógica na escola de artes Lápis Lab, criadora de Tuca o Mestre Cuca. Bacharelado em Artes visuais pela UDESC.

Oficina Dançando com Alice Guy

Foi uma oficina introdutória de cinema, com a professora Ally Collaço, na qual ela apresentou a pioneira Alice Guy. Usando o curta “Serpentine Dance” (1902) como inspiração, fez um convite aos participantes para uma produção audiovisual experimental, capturando movimento e fluidez nos contextos mais triviais possíveis. Os participantes assistiram um vídeo explicativo sobre a proposta, que resultou na captura de 1 take de até 10 segundos, registrando a dança de forma não-convencional. A oficina foi para qualquer idade! Para a realização das atividades propostas, bastava ter um celular que pudesse ser usado para filmar, e se quisesse, realizar a postagem em alguma mídia social com a tag #dançandocomaliceguy ou enviar por e-mail: ally.collaco@gmail.com e marcando o perfil da Mostra de Cinema Infantil na rede social escolhida. A classificação foi livre.

Sobre Ally Collaço: Doutoranda e Mestre em Educação (UFSC), formada em Cinema (UFSC), professora e oficineira de cinema há 12 anos em Floripa para crianças, jovens e adultos. Coordenadora da Ally Collaço – Escola de Cinema e Outras Artes, do projeto Coletivo Cinema de Meninas e do projeto Cinema ao Ar Livre no Córrego Grande. Integra também a coordenação da Rede-Kino – Rede Latino-Americana de Educação, Cinema e Audiovisual. Pesquisadora e entusiasta nas aproximações possíveis entre cinema e educação.

Oficina Educação (a partir do) Audiovisual

Segundo a pesquisa de doutorado de Moira Toledo, que ministrou essa oficina, 90% dos jovens que já participaram de atividades audiovisuais afirmam que a experiência impactou positivamente seus projetos de vida. Mas o que há de tão especial nessas atividades para que os alunos se sintam tão transformados?

A aula apresentou dois aspectos centrais dessa experiência compartilhada que parecem favorecer esses resultados: as características ontológicas do fazer audiovisual, em essência um processo coletivo que tende a estimular jovens com perfis cognitivos bastante variados; e as etapas de realização dos vídeos em si, que favorecem o aprimoramento de competências como disposição para relacionamento interpessoal, pesquisar de maneira autônoma e constante, exercitar a crítica e a autocrítica, etc.

Tópicos abordados nesta oficina:

  • Breve histórico da experiência no Brasil: chão de fábrica, terceiro setor, contraturno, sala de aula;
  • Inteligências múltiplas: como todos o perfis de estudante aproveitam da experiência;
  • Um circuito audiovisual: como as diferentes etapas do fazer audiovisual promovem experiências transformadoras.

Sobre Moira Toledo: Roteirista, diretora e professora. Dirigiu diversos curtas-metragens ficcionais, programas documentais e médias-metragens para TV. Atua há 20 anos desenvolvendo, lecionando em e/ou coordenando projetos de educação audiovisual. Atualmente é coordenadora pedagógica do projeto Minuto Escola, voltado a formação de professores da rede pública para uso do audiovisual; e é professora do Colégio Equipe, da graduação e da pós graduação da Faap.

Moira Toledo

Atual, intuitiva, transversal: como educadores podem aproveitar a linguagem audiovisual

Existe hoje uma ativa geração de professores utilizando o audiovisual em suas salas de aula. São professores das redes pública e privada, que lecionam as mais diversas matérias regulares do currículo e que vem inserindo atividades de reflexão e prática audiovisual em todas as faixas etárias e ciclos, dentro e fora da sala de aula, no horário regular e contra turno, com ótimos resultados. Mesmo durante a pandemia, a ferramenta vem sendo utilizada, até como forma de estimular os estudantes na superação desse momento a partir de atos criativos.

Algumas estratégias podem ajudar a estimular essas produções. E há alguns saberes sobre o campo audiovisual podem se tornar “super-poderes” caso os educadores os dominem, favorecendo o uso do vídeo como ferramenta em sala de aula em quaisquer disciplinas.

Nesta oficina, Moira Toledo falou sobre:

  • Perfil da experiência hoje no Brasil: uso transversal da ferramenta em diferentes disciplinas, no horário regular e no contra-turno, com foco na produção do vídeo em si e como ferramenta para trabalhar outros conteúdos;
  • Repertório, análise de filme, gravar e editar pequenos vídeos no celular: alguns dos saberes (ou super-poderes) que um educador pode desenvolver para dar o melhor suporte possível à produção independente dos vídeos pelos estudantes;
  • Festivais estudantis, cineclubes auto-geridos por estudantes: como a escola pode estimular a produção independente;
  • O potencial do formato minuto como ferramenta e os concursos do festival do minuto como estímulo;
  • As possibilidades de uso do vídeo em diferentes disciplinas, da matemática às ciências.

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