Coisa-Malu: da faculdade para os festivais

Coisa-Malu é um curta-metragem produzido por alunos do curso de Midialogia da Unicamp, inicialmente para um projeto acadêmico. Nesse meio tempo, com o projeto piloto finalizado, os estudantes fizeram uma adaptação do roteiro quando foram contemplados com a bolsa Aluno-Artista, projeto da universidade.

Reuniões diárias e a participação de seis co-criadores deram origem a personagem Malu, uma garota de oito anos que vive fantasiando o seu próprio universo. Certo dia, a criança segue a melodia de um pífano e descobre um mundo mágico ao atravessar um portal. A partir do descobrimento de personagens que vivem nesse lugar, Malu começa a se questionar sobre quem ela é.

Tobias Rezende, um dos diretores, explica que o filme gira em torno do questionamento “que coisa eu sou?”, por isso o nome do curta-metragem ser Coisa-Malu. “As características da personagem foram surgindo de acordo com as nossas experiências”, revela Tobias, que na época da produção participava de uma oficina de pífanos.

O curta-metragem levou em torno de dois anos para ser produzido e, desde então, já passou por alguns festivais, como o Curta Brasília e festivais regionais de Campinas. Além da participação nacional, o filme foi exibido no Short Film Corner – Festival de Cannes. “Foi uma experiência bem importante conhecermos a indústria do cinema internacional”, revela o diretor.

Coisa-Malu faz parte da programação da Sessão Escola e será exibido nesta terça-feira, 5 de julho. Um dos diretores, Tobias Rezende, participa da exibição do curta e esteve presente no primeiro final de semana da 15ª edição da Mostra.

Além dos festivais, o curta também está presente nas escolas e tem uma parceria com a Fundação Céu, que já exibiu o filme para mais de 1.200 crianças.

 

 

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Publicado em 04 julho 2016


Peça gráfica institucional, em fundo branco, reúne logotipos de apoiadores da Mostra. Em “Apoio cultural”: Lei Rouanet, ABRA — Associação Brasileira de Autores Roteiristas, Cinesolar, NICA e Prefeitura de Florianópolis — Educação. Em “Incentivadoras”: Urbano Alimentos, Celesc, Condor e ICBH — “Construindo para o futuro”. Em “Patrocínio”: ENGIE e Itaú. Em “Realização”: LUME Produções Culturais, Núcleo de Ação Integrada e Ministério da Cultura, acompanhado da bandeira do Brasil. Na base, lê-se: “Este projeto foi viabilizado por meio das Leis número dezessete mil novecentos e quarenta e dois, de doze de maio de dois mil e vinte, e número quinze mil setecentos e quarenta e seis, de onze de janeiro de dois mil e doze.”


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