Pichintún: Fabricio, un niño kallawaya | Pichintún: Fabricio, um menino Kallawaya

De Karen Garib, Chile, documentário, 2022, 8 min.

Pichintún é um documentário de animação chileno que resgata histórias cotidianas de meninas e meninos entre nove e dez anos, assim como os lugares que habitam, suas brincadeiras, seus animais de estimação e suas tradições. A primeira temporada é composta por seis capítulos e divulga histórias de crianças pertencentes aos povos Rapanui, Aymara e Mapuche. Já a segunda — com dez capítulos — incorpora os povos Licanantay e Pehuenche; recupera tradições chilenas como a Festa de Quasimodo, a tosquia de ovelhas e a Festa da Transumância; e adiciona duas histórias de inclusão e diversidade, por meio do relato de uma menina colombiana e de um menino cego. Fabricio é um menino do povo Kallawaya que mora em uma localidade da Cordilheira dos Andes com sua família e sua comunidade. O menino tem muito orgulho de pertencer a seu povo, falante da língua quéchua, e de sua tradição de curar doenças à base de plantas. Ele nos conta que, em sua comunidade, se plantam milho, batata e oca, uma espécie de batata muito doce da qual ele gosta muito. Fabricio se entretém com seus porquinhos-da-índia, nas festas tradicionais, assim como brincando com seus amigos e ajudando sua mãe a lavar roupa.

Exibição na Mostra 2022: Domingo 9/10.


Publicado em 26 julho 2022


Peça gráfica institucional, em fundo branco, reúne logotipos de apoiadores da Mostra. Em “Apoio cultural”: Lei Rouanet, ABRA — Associação Brasileira de Autores Roteiristas, Cinesolar, NICA e Prefeitura de Florianópolis — Educação. Em “Incentivadoras”: Urbano Alimentos, Celesc, Condor e ICBH — “Construindo para o futuro”. Em “Patrocínio”: ENGIE e Itaú. Em “Realização”: LUME Produções Culturais, Núcleo de Ação Integrada e Ministério da Cultura, acompanhado da bandeira do Brasil. Na base, lê-se: “Este projeto foi viabilizado por meio das Leis número dezessete mil novecentos e quarenta e dois, de doze de maio de dois mil e vinte, e número quinze mil setecentos e quarenta e seis, de onze de janeiro de dois mil e doze.”


Mostra de Cinema Infantil
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