O pai da Rainha de Angola

Fotografia de uma criança negra, com mochila lilás, olhando para cima diante de um carro preto.

De Rodrigo França, ficção, SP, 2025, 12 min

Ravi adota Thelminha, uma menina negra de sete anos que acredita ser a Rainha de Angola. Enquanto tentam se adaptar à nova vida juntos, Ravi se encanta com a imaginação da filha, à medida que ela reivindica seu verdadeiro nome, Zuri. Entre momentos de afeto, descobertas e desafios, os dois constroem um vínculo de proximidade, aprendendo que família vai além dos laços de sangue e que o amor verdadeiro se fortalece por meio do respeito e da aceitação.


Publicado em 30 julho 2026


Peça gráfica institucional, em fundo branco, reúne logotipos de apoiadores da Mostra. Em “Apoio cultural”: Lei Rouanet, ABRA — Associação Brasileira de Autores Roteiristas, Cinesolar, NICA e Prefeitura de Florianópolis — Educação. Em “Incentivadoras”: Urbano Alimentos, Celesc, Condor e ICBH — “Construindo para o futuro”. Em “Patrocínio”: ENGIE e Itaú. Em “Realização”: LUME Produções Culturais, Núcleo de Ação Integrada e Ministério da Cultura, acompanhado da bandeira do Brasil. Na base, lê-se: “Este projeto foi viabilizado por meio das Leis número dezessete mil novecentos e quarenta e dois, de doze de maio de dois mil e vinte, e número quinze mil setecentos e quarenta e seis, de onze de janeiro de dois mil e doze.”


Mostra de Cinema Infantil
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