Mercado externo para o cinema brasileiro Infantil predomina no debate do Encontro Nacional

Mercado internacional para o cinema infantil brasileiro foi o tema que monopolizou os debates do 7º Encontro Nacional de Cinema Infantil realizado nesta sexta-feira no Hotel Majestic, com a presença da secretária do audiovisual, Ana Paula Dourado Santana.

O produtor Diler Trindade defende que o Cinema Brasileiro deve ter um preço diferenciado nas bilheterias, mas considera fundamental que a produção nacional ganhe espectadores e que também chegue ao exterior.

Abrão Scherer, distribuidor da Imagem Filmes, também enxerga no mercado externo uma saída para o audiovisual brasileiro. Considera que o cinema feito para criança exige conhecimento de público porque o necessita atingir pais, jovens, crianças.

João Batista Pimentel Neto, presidente do Congresso Brasileiro de Cinema, acredita que é preciso ainda explorar o mercado interno, onde falta público, e criar políticas para a circulação.

Outro ponto fundamental do debate foi a proposição de chamar professores para ver um filme pelo prazer de ver um filme e não somente como uma obrigação escolar.

O Encontro ocorreu durante a 10ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis e ainda reuniu outros profissionais, como (foto) Sílvio Da Rin (TV Brasil), Adhemar de Oliveira (exibidor, da Cinespaço), e Pedro Rovai, produtor. A mesa teve a mediação de Francisco Cesar Filho, presidente do Fórum dos Festivais.


Publicado em 25 junho 2011


Peça gráfica institucional, em fundo branco, reúne logotipos de apoiadores da Mostra. Em “Apoio cultural”: Lei Rouanet, ABRA — Associação Brasileira de Autores Roteiristas, Cinesolar, NICA e Prefeitura de Florianópolis — Educação. Em “Incentivadoras”: Urbano Alimentos, Celesc, Condor e ICBH — “Construindo para o futuro”. Em “Patrocínio”: ENGIE e Itaú. Em “Realização”: LUME Produções Culturais, Núcleo de Ação Integrada e Ministério da Cultura, acompanhado da bandeira do Brasil. Na base, lê-se: “Este projeto foi viabilizado por meio das Leis número dezessete mil novecentos e quarenta e dois, de doze de maio de dois mil e vinte, e número quinze mil setecentos e quarenta e seis, de onze de janeiro de dois mil e doze.”


Mostra de Cinema Infantil
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