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Oficinas 2005

Oficinas 2005A 4ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis traz o Núcleo de Cinema de Animação de Campinas que fará oficinas para cerca de 4 mil crianças da rede pública de ensino e também para 14 crianças do projeto Criança Esperança da Comunidade Chico Mendes.

As 14 crianças vão conhecer todas as fases do processo de criação: do roteiro, passando pela linguagem, desenhos, animação, trilha sonora até chegar à finalização de um filme, que será exibido no final da Mostra. Leia mais »

Portinholas

Sinopse: Utilizando a técnica de desenho sobre papel, os alunos criaram e animaram Maria Luiza, uma adolescente de 14 anos que descobre no livro ‘Portinholas’ e nos quadros de Portinari o encantamento da vida e do mundo da arte.

Direção: Alunos da rede municipal de ensino de Vitória
Cidade: Vitória
Estado: ES
Formato:35mm
Categoria: ficção
Duração: 100 min.
Ano: 2003
Obs.: Filme disponível no site Overmundo.
Mais informações na Cinemateca da Secretaria do Audiovisual/Minc.

Exibido na Mostra de 2005.

Oficinas 2004

Oficina de Vídeo para Crianças – 2004

Oficina vídeo para crianças 2004Para dar continuidade ao trabalho iniciado no ano passado com as crianças do Projeto Esperança, da Comunidade Chico Mendes, a Mostra chamou o professor e músico Airton Perrone para ensinar as crianças. Durante dez dias, meninos e meninas tiveram aulas de música e de feitura de instrumentos. O resultado final desta oficina foi apresentado em um documentário no último dia da Mostra.

Oficina de Capacitação de Professores para Linguagem Audiovisual

OFICINA DE CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES PARA A LINGUAGEM AUDIOVISUAL 2004Os professores ganharam de presente da Mostra um curso de capacitação sobre o uso do audiovisual em sala de aula, ministrado pela professora Marialva Monteiro, do Cineduc (RJ). O curso durou uma semana e foi completamente gratuito para que os professores pudessem desenvolver formas críticas e criativas de usar os audiovisuais em sala de aula.

Marialva Monteiro atua desde 1970 na ONG CINEDUC – Cinema e Educação. Ela é curadora da Mostra Geração Futura do Festival Internacional de Cinema do Rio e do programa Sessão Criança, do Centro Cultural Banco do Brasil-RJ. Desde 1996 faz a Coordenação Pedagógica do projeto A Escola vai ao Cinema, da Riofilme e Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Coordenou vários programas de TV e é autora de vários livros para crianças e educadores.

Debate 2003

Debate Mostra 2003A 2ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis reuniu educadores da cidade para assistir a um filme e participar de um debate sobre as relações entre audiovisual, cultura e educação.

O filme exibido foi “Ser e Ter”, um documentário francês que concorreu no Festival de Cannes daquele ano e foi campeão de bilheteria na França. Lançado no Brasil durante a Mostra 2003, “Ser e Ter” retrata a importância do professor na vida de uma criança. O filme não poderia ser mais inspirador para debater o tema a seguir: “Cinema, Educação e Cultura”.

Os mais de 200 professores e pais de nossa cidade puderam ouvir as idéias e experiências que professoras renomadas de Santa Catarina, São Paulo e do Rio de Janeiro têm sobre o assunto. As convidadas foram Maria Luiza Belloni, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Marília Franco, da Universidade de São Paulo (USP) e Solange Jobim, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). O debate foi mediado por Mônica Fantim, doutoranda em Educação pela UFSC.

O evento confirmou a importância da mídia de qualidade para a criança e de como um filme pode ser um eficiente instrumento de aprendizado.

Oficinas 2003

Oficina 2003Uma das experiências mais marcantes da Mostra 2003 foi a Oficina de Vídeo para Crianças, da qual participaram 17 meninos e meninas da comunidade Chico Mendes. Estagiários dos cursos de Cinema e Vídeo da Unisul e da faculdade de psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina também fizeram parte da experiência.

A proposta era, antes de tudo, refletir junto com as crianças sobre as potencialidades do meio audiovisual como instrumento de educação. As crianças puderam conhecer e executar todas etapas de construção de um audiovisual. O resultado foi um documentário de 15 minutos sobre o meio ambiente.

E muito mais do que isso. Depois do trabalho notamos, por parte das crianças, o aumento da auto-estima, um interesse crescente pelo meio ambiente, a melhoria nas relações interpessoais e a reflexão sobre a violência.Por parte dos adultos envolvidos, concretizou-se a plena convicção de que o audiovisual é de importância fundamental na educação contemporânea, e pode ser usado de muitas maneiras.O documentário foi exibido no evento de encerramento da Mostra, em uma sessão que emocionou a todos: crianças e adultos.

Debate 2002

Debatedores após o debate, no Café MatisseNa primeira edição da Mostra foram realizados na sala de cinema do CIC dois debates, direcionados a educadores e profissionais envolvidos com a formação da criança. Participaram das discussões cerca de 250 pessoas.

Tendo como tema “O cinema e a criança cidadã”, na quarta-feira, 17 de julho, participaram da mesa o cineasta Cao Hamburger, diretor do filme Castelo Rá-Tim-Bum; a cineasta Tânia Lamarca, diretora do filme Tainá; Patrícia Durães, diretora do Projeto Cinema na Escola do Espaço Unibanco de Cinema de S. Paulo; e o educador Edmílson de Castro.

O debate foi mediado pelo jornalista José Geraldo Couto, crítico de cinema e colunista da Folha de S. Paulo.Na quarta-feira, 24 de julho, o tema do debate era “Cinema e Imaginário Infantil”.

Para discuti-lo, foi convidado um grupo seleto de especialistas: a psicoterapeuta Maria Luiza Vieira Santos, sócia-fundadora do Grupo de Psicodrama de Florianópolis e uma das idealizadoras do Crescendo e Aprendendo, um projeto de utilização profilática dos meios de comunicação de massa veiculado pela RBS TV de Santa Catarina; a professora Gilka Girardello, doutora em Educação pela UFSC, que vem desenvolvendo, ao lado de colegas, um estudo minucioso sobre mídia do qual resultou o evento “Mídia e Imaginário Infantil”, realizado na UFSC em 2002; e o professor Mauro Pommer, doutor em Cinema pela Universidade de Paris 1, com diversos artigos publicados em livros e revistas especializadas em comunicação de massa. A mediação ficou a cargo do cineasta Chico Faganello.



 


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